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 Manuel Brásio 

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Composer / Percussionist / Video Enthusiast / Cultural Producer

Currently working with:

Interferência.pt
producer / director / composer

 selected pORTFOLIO 

Digitópia/Casa da Música
multimedia  artist and performer

Fablab Porto
studio manager

Melífluo
drummer

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 2021 

+ info: gerador.eu

Ecologia Sonora e da Originalidade
Raspanetes, e apartes, a jovens músicos em crescimento e outros mais velhos que nunca pensaram no assunto

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Article (pt)

"Seria ainda interessante pôr em cima da mesa a velha ‘não-questão’ da incapacidade do artista contemporâneo em justificar a sua utilidade social. Mas como já vos tenho dito, o tempo é escasso, a paciência nula e não me pagam para falar de mais do que um assunto.

A minha proposta passa por mostrar-vos uma visão diferente do mundo. Visão o tanas, audição! É de música e de ecologia sonora que falamos."

 

 2020 

Multimedia Concert

Em colaboração com a Associação Portuguesa de Gagos

e o apoio da Direcção Geral das Artes, Antena 2, Fablab Porto e Aisca

"A gaguez é uma perturbação da comunicação, em que a pessoa sabe exatamente o que quer dizer, mas o seu discurso acaba por não ser fluente. O resultado sonoro derivado desta perturbação é profundamente expressivo e musical. QUEM FALA ASSIM é um projeto multidisciplinar que une dois compositores em trabalho colaborativo, instrumentistas e artistas multimédia num espetáculo sobre o potencial sonoro e artístico da gaguez. Paralelamente à criação/preocupação artística, este projecto procura intervir na reflexão social para a gaguez. Desta forma, estão previstas sessões públicas de debate e formação sobre o principal impulso para este processo criativo: as limitações comunicativas de um gago e as suas consequências sociais. Ao considerarmos a fala uma expressão musical, com gesto, melodia, ritmo e harmonia própria, a gaguez é um meio de variação paramétrica. Se juntarmos ainda o facto de que não há duas gaguezes iguais, cada uma com diferentes tipos de pausas, repetições e interjeições, a paleta de possibilidades é imensa. Com este espectáculo pretende-se valorizar e saudar a diferença humana, através de uma narrativa que aborda a origem da gaguez, os seus constrangimentos, preconceitos, inibições e mitos. QUEM FALA ASSIM pretende ser um projeto artisticamente experimental e eclético, de intervenção sociocultural."

EQUIPA ARTÍSTICA, TÉCNICA E DE GESTÃO


INTERFERÊNCIA
Produção

 

JOSÉ TIAGO BAPTISTA e MANUEL BRÁSIO
Direcção Artística e Composição

 

JOSÉ SILVA
Percussão


TERESA SILVA
Viola d’arco


AFONSO BARROS
Realização e Edição Vídeo

 

IVO ROMEU BASTOS
Direcção de Actores e Encenação 

 

TIAGO CANDAL
Técnico de Som


FILIPE FERNANDES
Electrónica


CLARA ARAÚJO
Fotografia


SUSANA CARREIRAS
Design Gráfico

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Percussion Ensemble

Concurso de Composição
Festival Internacional de Música Póvoa de Varzim

2º Prémio

"Em “Ministério do Caos” procurei aprofundar algumas ideias, que exploro há alguns anos, relacionadas com a perceção da precisão rítmica na criação de nuvens caóticas de material sonoro e do potencial tímbrico dos extremos dinâmicos na música em grupo. Nestes, quase, 14 minutos são criados alguns grupos de frases singulares com vida e direcção própria que se vão cruzando e influenciando entre si. A expansão de material foi produzida tendo em conta que cada linha instrumental teria que valer por si mesma e ser igualmente interessante aquando da sua interpretação independente; simultaneamente exigi que se complementassem e convergissem em gestos quase em uníssono para logo serem subitamente quebrados e se desintegrarem em parcelas distintas. Depois da peça terminada, gosto de pensar que se trata de um exercício de formação de um corpo que não chega nunca a construir-se apesar das diversas tentativas. A nível formal, pretendi que fosse relativamente simples e com o uso de pouco material distinto dentro de uma lógica pós-minimal em que o material é muito semelhante e repetitivo, mas procura a variação para se direcionar e deslocar na narrativa musical.

“Departamento de Causas Perdidas” afigura-se como o primeiro de um conjunto de exercícios nesta logica de música de câmara exploratória de investigação da desordem assumida dentro do Ministério do Caos."

Drumming GP
 

Pedro Oliveira

Rui Rodrigues

André Dias

Pedro Góis
João Miguel Braga Simões

Som: Suse Ribeiro

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Electronics and Video

Olá quando vens cá?

Speed Residency & Stream - Lisboa Incomum

“ Em “Olá.. quando vens cá?”, procuro explorar as minhas valências multimédia na criação de um espectáculo a solo onde assumo os papeis de criador - da música e do vídeo - e performer.

Este projecto desenvolve-se a partir de um conjunto de preocupações relativas à saúde mental de alguém que me é muito querido. Parte do confronto com uma mudança emocional drástica, da perda de personalidade, de vontade de cantar e de conversar. Da progressiva vontade de rir às gargalhadas. Destas fragilidades emocionais partiremos para uma viagem audiovisual onde se procurará reflectir sobre a condição humana, os limites da percepção da realidade e da certeza da ficção. Sobre a vida que gostaríamos de ter e o caminho que traçamos para a conseguir. 

 

A performance consistirá num conjunto de quadros audiovisuais e jogos de improvisação controlada onde ser recorrerá a uma paleta de sons e imagens pré-concebidas para a criação da performance semi-improvisada.

Som real manipulado, sintetizadores digitais, linhas instrumentais pré-gravadas e texto em voz humana do murmúrio imperceptível ao berro ensurdecedor. 

“Olá.. quando vens cá?” é uma história sem palavras, uma homenagem, um exercício de libertação quase egoísta, um alerta para o que o tempo nos reserva.

É um retrato sonoro que faz lembrar um universo de memórias que não são minhas, de uma viagem que não fiz. São relatos intermitentes de histórias que não vivi mas que toda a vida ouvi contar. 

Ao mesmo tempo, é um exercício de reflexão sobre o tempo que passa, sobre a consciência e a percepção do mundo à nossa volta, sobre a nossa própria saúde mental. Sobre as escolhas e os sonhos de vida, e o inevitável fim da linha que lentamente se aproxima.

Um sussurro que semeia o caos, uma alucinação inaudível e ainda assim tão real. Uma jaula de pânico forrada com memórias inabaláveis.

Um inicio de conversa repetitiva que não consigo tranquilizar: “Olá.. quando vens cá?” 

 

 

Manuel Brásio

Campo Benfeito, Agosto de 2020 “

 2019 

 

Electronics

No Common Language

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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encenação Susana Oliveira

interpretação Margarida Silvestre Patricia Xará Susana Henriques

desenho de som Manuel Brásio

desenho de luz. Hugo Valter Moutinho

cenografia/vídeo Eduarda Sá Andresen

figurinos Helena Guerreiro

Mestra Costureira Esperança Sousa

Fotografia Pedro Sardinha

produção António Pacheco Fábio Amorim Filipa Santos Inês Pinheiro Torres


apoio técnico. Eduardo Brandão
agradecimentos. Alexandra Corte-Real, Anjos Urbanos (Carlos Almeida), António Pacheco, Bethanne Freund, Daniela Araújo Braga, Duarte Rodas (Barracuda Clube de Roque), Filipa Fonseca, Filipe Pacheco, Paulo e Ricardo Coelho, Get Hands Dirty (Cristiana Figueiredo), Gilberto Pereira, Óptica Portuense, Gondor - Engenharia e Construção, Henrique Ferreira Mota, Júlio Eme, Manuel J. Sousa Oliveira, Marco Gabriel, Maria João Almeida, Maria João Calisto, Nuno Matos, Orlando Castro, Pedro Barbosa, Pedro Sardinha, Rafael Cortes Pires, Rui Torres, Sara Jones, Sara Nogueira, Susana Sousa, Tiago Ângelo.

com o apoio de UNIVERSIDADE DO PORTO e IPDJ

Fanzine

Produção: Teatro Regional da Serra do Montemuro

Criação Coletiva 
Dramaturgia e encenação Peter Cann 
Cenografia, adereços e figurinos Helen Ainsworth 
Direção musical Manuel Brásio 
Desenho de luz Paulo Duarte 
Interpretação Abel Duarte, Eduardo Correia, Paulo Duarte, Rebeca Cunha e Sílvia Santos 
Operação técnica Carlos Cal e Manuel Brásio 
Construção de cenários e assistência à conceção de
figurinos e adereços Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida 
Costureiras Capuchinhas CRL e Maria do Carmo Félix 
Direção de cena Abel Duarte
Direção de produção e comunicação Paula Teixeira 
Assistência à produção e comunicação Guida Maria Rolo
Cartaz Helen Ainsworth
Fotografia e vídeo Lionel Balteiro

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PLASTIKUS

Espetáculo para a infância, com marionetas, para M/3 anos

 

 

Ondina vive junto às ondas do mar, onde elas rebentam e enchem de espuma a praia. Durante muitos e muito anos, apenas a espuma banhava a areia da praia. E era aí que Ondina brincava com os seixos e com a espuma do mar. Mas novos objetos com sons, cores e formas extraordinárias surgiram na sua vida e Ondina gostava de brincar com eles. Pareciam uma nova espécie muito amigável e tão prestável que, devagarinho, se foram entranhando na sua vida.  Quanto mais se entranhavam, mais ela precisava deles e sem dar por isso, o PLASTIKUS tornou-se absolutamente indispensável. E, assim cresceu, cresceu, cresceu na sua vida e Ondina rapidamente descobriu que ele estava por todo o lado! Por todo o lado mesmo!

 

 

 

Ficha Artística e Técnica

Encenação: Clara Ribeiro

Interpretação: Carla Magalhães, Joana Vilar e Nuno J. Loureiro

Direção Plástica e Marionetas: Teatro e Marionetas de Mandrágora

Espaço cénico, Adereços e Figurinos: Grácia Cordeiro

Desenho de Luz: Rui Gonçalves

Desenho de Som: Manuel Brásio

Design: Ricardo Ferreira

Comunicação: Rubina Jassat

Produção: Krisálida

Instant Ensemble

O Instant Ensemble – Ensemble de Composição em Tempo Real do Porto é um projeto musical e interdisciplinar criado em 2016 por Óscar Rodrigues. Constituído por músicos de diferentes áreas, como a composição, a música clássica, o rock ou o jazz, pretende ser um espaço de convivência entre diferentes abordagens e experiências. O seu repertório resulta, essencialmente, da composição em tempo real, pedindo emprestadas técnicas como o SoundPainting ou a música generativa, num limbo entre improvisação livre e composição. Grande parte do material (melodia, harmonia, textura, forma, ritmo, …) é criado no momento, fazendo de cada concerto, ensaio ou performance um momento irrepetível.

Catarina Vieira - Cítara
Carlos Semedo - Guitarra Portuguesa
Helena Restivo - Teclado
Isabel Rocha - Voz

João Rodrigues - Percussão
José Tiago Baptista - Violino
Leonor Abrunheiro - Clarinete
Lucas Rei Ramos - Teclado
Luís Filipe Neto - Guitarra Preparada
Luís Rodrigues - Bandolim
Manuel Brásio - Percussão, Electrónica
Miguel Bastos - Flauta, Saxofone
Nuno Areia - Piano
Nuno Lobo - Fagote
Nuno Loureiro - Guitarra Eléctrica
Rafael Silva - Baixo Eléctrico
Ricardo Vieira - Synths
Rui Paiva - Synths

Tiago Azevedo - Violoncelo
Tiago Candal - Concertina
Direcção artística: Óscar Rodrigues

 2018 

 

SUPRAHUMAN

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SUPRAHUMAN é um espectáculo profundamente narrativo. Um monólogo futurista em linguagem musical de uma velha máquina em fim de vida contemplando o Tempo.

 

É um projecto interdisciplinar que une um compositor, instrumentistas e artistas multimédia num espectáculo imersivo que pretende conduzir o público à reflexão sobre a nossa própria situação enquanto seres humanos, num mundo a ser controlado pela Máquina.

 

SUPRAHUMAN foi construído em torno da ideia cada vez menos fictícia da evolução exponencial da inteligência artificial, da sua aparente inevitabilidade, assim como falta de conhecimento e consciência da condição humana nesta revolução tecnológica que acontece todos os dias, a todo o momento. Esta realidade será misturada com os diversos cenários da ficção científica que nos são apresentados por diversos autores como Isaac Azimov, Ray Bradbury ou Philip K. Dick, na construção de um espectáculo que terá este tema como principal linha narrativa.

 

Neste VOL 01 explora-se a evolução do Homem suportada constantemente pelas suas invenções e utensílios. As primeiras pedras apanhadas do chão, usadas para bater e matar um animal, acender o primeiro fogo e construir a primeira roda essencial à exponencial evolução tecnológica do Ser Humano. Neste espectáculo reflecte-se sobre a condição humana e a dependência inquestionável da modernização das nossas ferramentas.

 

Este espectáculo é um momento de imaginação, de conjectura e reflexão colectiva, sobre o que está para vir muito em breve. Ou então, só um ensaio audiovisual para se assistir sentado, esperando calmamente a chegada da máquina perfeita.

 

Reflete-se sobre tudo isto, e sobre o que poderá vir, num futuro muito próximo. Será o Homem capaz de se impor à evolução das suas próprias criações? Serão as máquinas deuses pacíficos e generosos?

Musicalmente, SUPRAHUMAN baseia-se na complementaridade expressiva de estilos musicais contrastantes e do uso de recursos multimédia no apoio à narração de uma história por escrever.

Retira do rock a pujança rítmica, a coesão e vivacidade impulsionadora de um motor energético. Algumas das referências mais próximas são nomes como: Black Sabbath, Led Zeppelin, Frank Zappa, Tool, Nine Inch Nails, Fugazi, Between the Buried and Me, Porcupine Tree, Animals as Leaders. À música contemporânea erudita, e a compositores como Iannis Xenakis, György Ligeti, Steve Reich e Toru Takemitsu, rouba as ideias de exploração tímbrica, de expansão dos recursos dos instrumentos e do leque de técnicas estendidas dos instrumentistas; assim como a contraposição dos conceitos de tempo em música e do desfasamento temporal e rítmico presente nas grande obras do séc. XX. No campo da improvisação, tal como John Cage, Karlheinz Stockhausen, John Zorn e Glenn Branca, procurou-se explorar a improvisação como veículo para a construção de uma linguagem musical que permita a comunicação musical em contexto de performance: a ideia de música de conjunto, música de câmara, de um som próprio, uma entidade sonora que só se completa com a interacção e participação do colectivo. Entidade esta composta por instrumentos acústicos, eléctricos e electrónicos, assim como processamento de áudio e completada pela junção de vídeo em tempo real.

Na vertente gráfica, o vídeo apoiará o espectador nesta ligação sonora e narrativa. Não prometemos uma tradução legendada desta história talvez pouco perceptível, mas sim uma ilustração das nossas expectativas relativamente ao que poderão vir a ser as memórias das máquinas num futuro [não muito] longínquo, que assuma o papel de linha guia, tanto de reforçar como desvirtuar o discurso musical e/ou substituir, por vezes, a necessidade de música.

Nunca se pretendeu a criação de uma obra estanque, irrefutável e consensual mas sim uma obra que permitisse a exploração de diversos contextos sonoros e a concretização da criação de uma nova música.

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ELEMENToS DA EqUIPA ARTÍSTICA, TÉCNICA E DE GESTÃo

INTÉRPRETES

MANUEL BRÁSIO

Criação Musical/Percussão

TIAGO AZEVEDO

Violoncelo

JORGE PANDEIRADA

Electrónica

FILIPE FERNANDES

Programação e manipulação vídeo

PRODUÇÃO:

INTERFERÊNCIA

- Associação de Intervenção na Prática Artística

MANUEL BRÁSIO

Direcção Artística

FILIPE FERNANDES

Produção

JOSÉ TIAGO BAPTISTA

Assistente de produção e direcção artística

EQUIPA TÉCNICA

 

TIAGO CANDAL

Engenheiro de Som

CLARA ARAÚJO

Fotografia

BEATRIZ ROSENDO

Cenografia

SUSANA CARREIRAS / MANUEL BRÁZIO

Design Gráfico

FILIPE MOREIRA / JOÃO CADILHE

Registo Vídeo

PRODUÇÃO

APOIOS INSTITuCIONAIS

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Bom dia Sophia

Manuel Brásio: Composição

Oboé Solo: Marlene Gomes

Encomenda Prémio Jovens Músicos 2018

Partitura || Edições mpmp: https://mpmp.pt/produto/ob1/

Gravação Set/2018 com o apoio Fablab Porto e INTERFERÊNCIA

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"Bom dia Sophia foi idealizada com base em elementos sonoros característicos do funcionamento de um computador.

Esses sons foram captados, analisados e convertidos em ideias musicais que se adequassem a idioma musical do oboé Esta peça explora uma vertente que me interessa bastante, a criatividade e o processo de escolha do intérprete aquando do momento performativo. Apesar das duas páginas estritamente rígidas, o oboísta tem 2 min centrais para explorar um conjunto de frases, que apesar de muito concretas, o libertam de constrangimentos formais, permitindo assim que os explore e apresente uma performance mais adequada ao seu gosto e capacidades técnicas. Bom dia Sophia é uma encomenda da Antena 2 / RTP para o Prémio Jovens Músicos 2018. Obrigado."
Manuel Brásio, Janeiro 2018



 

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video dance

ERROR 500

paints the mistakes and the systematic attempts to fix them.
The movement is seen as a way out of a fragmented reality.

It was born from a loose improvisation between 3 different means.

PERFORMANCE by Juliana Fernandes
SHOT AND EDITED by Rita Al Cunha
ORIGINAL SCORE by Manuel Brásio

 

 2017 

OS ESTRANGEIROS

short documentary 

THE FOREIGNERS

DIRECTED AND EDITED by Rita Al Cunha
SOUND AND ORIGINAL SCORE by Manuel Brásio
SHOT by Henrique Montalvão
POSTER by Pedro Azevedo 

 2016

 

 

QUALIA

Master Research

    *EN 

 

  This project is inspired in a problem I felt as a music student. I noticed that during many years of studying, I had never worked many of the aspects related to the music interpretation in a personal point of view. I´ve never really worked improvisation, creativity, speech fluency, communication of ideas and the proximity to the instrument that in my opinion, any player should have.

  Qualia intends to fill up some of these flaws, with the purpose of helping the musicians who have been felling these necessities.

  Qualia is a system which produces scores throughout caption, analysis and processing the music made by a group of interpreters who agreed to participate in this study. They were asked to improvise together, listening to each other, making a stimulating musical environment. The only aspect that was asked would be for them to be influenced by the suggestions of a graphic, which they would learn how to relate with. The information management between the musicians was oriented by the system, as well as the composer/pilot, leading, this way, the musical performance.

  This is basically what Qualia is about: the existing relationship between the composer, who is used to characteristic interpretation of classic music or the improvisational structures of jazz, and interaction score, which sound is born through itself.

cello: Tiago Azevedo
basson: Francisco Soutinho Ventura
guitar: André B. Silva
percussion: André Dias
composer/pilot: Manuel Brásio

Older Works

Set of pieces for ensemble written between 2011 and 2017

MARQUÊS JAM TRIO & GUESTS 
2011 - 2016


Eugénio Bettencourt (baixo),
Gonçalo Palmas (e.piano),
Manuel Brásio (bateria)

+ Guests:
João Lima (guitarra)
Miguel Tenreiro (baixo)

Francisco Martins (teclados)

Inês Meira (Violino)
Rodolfo Embaló (guitarra)
André Roque (guitarra)

​Zé Ferreira (guitarra)

Luis Neto (bateria)

Lisa (voz)

 

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Frau 

im mond


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


alternative soundtrack

guitar: Rodolfo Embaló


2015

outside-inside


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

multimedia Installation
Passport Ferry Station - IICS Izmir

Interdisciplinary Involvement and Community Spaces, 

http://www.iics.eu/izmir-2014/
2014

Porque te ris?


 

(Why are you laughing?)
Electroacoustic

video and audio: Manuel Brásio
2011

Insónias


 


 

(Insomnia)
Electronics

video and audio: Manuel Brásio
2013

GAME 

SOUND DESIGN

 

 

 

 

 

 

 

Thank you for reaching the bottom.

I hope you enjoyed

+ info: manuelmlbrasio@gmail.com

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